Paulo Gomes ressaltou a importância da renovação tecnológica dos auditores

VEJA ALGUNS DEPOIMENTOS DOS MODERADORES, PAINELISTAS E PARTICIPANTES DO PRIMEIRO DIA DO 8º AUDITE

 Paulo Gomes - Consultor da FUNDAÇÃO COGE e Diretor Geral da IIA Brasil - Moderador do painel: Novas tecnologias em auditoria interna

"Eu considero esse evento de Auditoria organizado pela FUNDAÇÃO um dos mais importantes do país porque envolve principalmente o setor energético, que é fundamental. Ninguém no país vive sem energia. Todas as áreas de produção do Brasil dependem de energia para sobreviver. E em relação a auditoria, sabemos que o auditor é fundamental para evitar que determinado risco ocorra, essa energia deixe de ser gerada e, consequentemente, pare o país. Em relação ao painel que mediei, o alerta é para que os auditores se renovem a cada dia. Para continuar, não só sobrevivendo, e dar as respostas que os grandes empresários e acionistas desejam, o auditor tem que estar aliado à tecnologia e fazer as parcerias necessárias para que a empresa não corra risco de parar de operar, de gerar recursos e atender à sociedade".

José Ricardo de Oliveira - Sócio da Área de Consultoria da EY e Líder da EY para o Setor Power & Utilities - Painelista: Novas tecnologias em Auditoria Interna

"Esse tipo de evento acaba se conectando com o que precisa ser feito. A gente precisa adquirir mais conhecimento e estar ciente do que está acontecendo ao meu redor para poder planejar e tomar algumas decisões em cima do meu negócio. E a função de segunda e terceira linhas de defesa, o seja, de auditoria interna, compliance e gestão de riscos, tem o papel de apoiar as áreas de negócios. Esse tipo que conhecimento que o evento propicia dá uma chacoalhada nas pessoas, através dos cases, os exemplos, da troca de informações e mesmo nas conversas de corredor, que são extremamente ricas. O evento pode ser pensado em ser anual e ampliado, tendo um papel mais robusto, mais focado em algumas coisas e ancorada nessas necessidades que as áreas possuem. A FUNCOGE tem o papel importante ao colaborar e responder aos anseios, mas, ao mesmo tempo, atrair mais players e empresas de tecnologia para completar o ecossistema e talvez fechar um pouco das lacunas que ainda existem. Essas mudanças tecnológicas são inevitáveis. Ou a gente se alia e minimiza esses efeitos das inovações tecnológicas ou eu vou ser substituído por alguém que lidere isso e faça acontecer".

Antônio Carlos Benavides - Gerente de Auditoria interna da Engie e participante do 8º Audite 

A Engie é sabedora da importância desse seminário porque ele é uma fonte de conhecimento para o desenvolvimento da atividade de auditoria interna. Desde o primeiro AUDITE, a Engie é parceira da FUNDAÇÃO COGE, justamente para disseminar o conhecimento de auditoria. Isso ganhou mais importância nesse ano porque, além da auditoria interna, englobou controle interno, gestão de risco e compliance. Ou seja, mostrando a abrangência da área de atuação que as empresas devem ter no setor elétrico".

Hélio Ito - Head de Auditoria Interna, Riscos e Compliance da CPFL Energia - Moderador do painel: Gestão de Continuidade de Negócios 

Participo e ajudo a organizar o AUDITE há bastante tempo e considero um evento muito importante para os profissionais do setor elétrico, pois traz uma grande variedade de assuntos pertinentes às nossas atividades do dia a dia. É uma oportunidade para a troca de experiências e informações, além de uma chance de rever os amigos e como eles estão em suas empresas. Em relação ao painel no qual mediei, o risco de continuidade tem ganho mais relevância nas organizações por conta do crescimento dos ataques cibernéticos e dos escândalos de corrupção, que podem impactar na imagem da companhia e até na sobrevivência da mesma em relação aos prejuízos financeiros que podem decorrer desse cenário. Outro aspecto muito atual é do rompimento de barragens com impactos em vidas, meio ambiente e sociedade. O setor elétrico começou a ser questionado em relação à segurança de nossas barragens, já que a população, em geral, associou barragem de rejeitos à barragens hidrelétricas. Essa última tem um ambiente de controle e segurança muito maior do que os das barragens de rejeitos. É bom trazer esse tema também para os auditores da área de controle terem mais conhecimento sobre os mecanismos de gestão e controle e de análise de impacto".