Guilherme Lockmann enalteceu a qualidade das palestras do AUDITE

CONFIRA ALGUNS DEPOIMENTOS DOS MODERADORES, PAINELISTAS E PARTICIPANTES NO SEGUNDO DIA DO 8º AUDITE

João Carlos Orzzi - Vice-Presidente de Governança, Riscos e Compliance da VÉXIA - Painelista: Lei de Proteção de Dados

"O AUDITE tem o papel de trazer experiências de um setor regulado. A gente fala muito de compliance, de controle nas empresas, mas o setor elétrico já pratica isso há muitos anos. Se não é o maior, é um dos maiores setores regulados do país. Então, ser auditor num setor de uma regulação muito difícil e muita dura, exige do profissional preparo. Esses AUDITES servem para a gente discutir, debater, trocar experiências e aprender como se trata o assunto auditoria quando você tem várias regras a serem cumpridas. Quando se tem um setor muito regulado e uma auditoria eficaz, você tem maior compliance, uma maior garantia pro administrador. Eu, que sou vice-presidente de uma empresa, vejo a auditoria como meu apoio e não como alguém que me atrapalha, que vem me trazer problema. O auditor é o conselheiro do rei e o AUDITE reúne vários conselheiros do rei. Com a privatização do setor elétrico, houve uma redução na participação das empresas no seminário. Faço um chamamento para que, os colegas de auditoria que não vêm participando nesses anos, voltem a conviver com seus colegas de auditoria de empresas do setor elétrico para a troca de experiências".  

Emerson Garcia - Promotor de Justiça do Ministério Público do RJ - Painelista: Prevenção e Detectação de Fraudes 

"No 8º AUDITE tivemos profissionais da área pública e privada, todos movidos por um objetivo comum, que é o aprimoramento dos instrumentos de controle interno, alterações de padrões de conduta e estabelecimento e diretrizes de atuação funcional tanto para o controle interno, como para o controle externo. Um sucesso o evento! Na minha exposição, eu busquei sintetizar a necessidade de compreendermos a base de valores vigentes em um determinado ambiente, no qual nós teremos os programas de integridade e os mecanismos de prevenção. Temos que distinguir os programas de integridade que são meramente simbólicos, daqueles que se tornam efetivos, além da interação desses programas de integridade e a repressão aos ilícitos. Programas de integridade mais desenvolvidos tendem a diminuir a necessidade de repressão. Programas de integridade mais tímidos tendem a aumentar as necessidades de repressão".

Juliano Berton - Head de auditoria Interna da Neoenergia - Moderador do painel: Certificações em Auditoria e Compliance    

"Além de ser o evento mais importante e atual de auditoria interna do país, esse 8º AUDITE trouxe essa novidade de abarcar o compliance e a gestão de riscos. Tratamos de temas cruciais para o dia a dia das empresas. isso mostra que o seminário está antenado com o futuro, as tendências e, principalmente, questões que estão sendo discutidas no Brasil e no mundo". 

Guilherme Lockmann - Líder do Setor Elétrico da Deloitte Brasil - Painelista: Risco Cibernético no Setor Elétrico. Como a Auditoria Interna pode ajudar

"Fico extremamente feliz em ver o AUDITE se mantendo a cada dois anos e apoiando o setor elétrico. Como disse na minha apresentação, o setor elétrico é visto como infraestrutura de base para o desenvolvimento do nosso país. Eu dou uma relevância enorme. É o terceiro ano que palestro. A Deloitte sempre foi patrocinadora e vemos com bons olhos fomentar o seminário e fazer parte desse processo. Esse ano, fomos patrocinadores ouro, nos colocando numa posição ainda maior, porque a gente vê, cada vez mais, o setor organizado. Outro aspecto é a qualidade das palestras, que a cada AUDITE melhora. Associar o nome da Deloitte a um evento como esse, só traz benefícios para nós também. Em relação ao tema que eu trouxe sobre a cibersegurança, podemos ver que é algo cada vez mais presente em nossas vidas, no nosso dia a dia. Temos que discutir, debater, ver para onde o mercado está indo, como que as ameaças têm crescido e afetado não só empresas, como também as pessoas. Temos que estar atentos, buscando conhecimentos. É fundamental que as Auditorias Internas tenham proximidade com a TI, que tem o conhecimento técnico. Essa união de forças é que vai trazer para a empresa o benefício de estar preparada, segura, vigilante e resiliente. O ataque cibernético está muito atrelado a se você vai ser atacado ou se você vai ter um dado vazado. Mas o mais importante é quando isso vai acontecer. É inevitável que em algum grau aconteça com as corporações ou até mesmo conosco. Seremos alvo disso e esse risco estará cada vez mais presente em nossas vidas. O processo vai minimizar essas situações".